Quando eu era criança, a minha visão de “herói” era a de um ser superior que salvasse o mundo no final. Hoje em dia, heroísmo tem sido muito confundido com “bons atos”, “boa pessoa”, blábláblá. Se chamarmos um mendigo pra comer em casa, é sinal de heroísmo? O nome disso é: “tenho dó de você, fiz comida a mais, entra aí, colega.” Tomar banhos rápidos para “salvar” o mundo? O nome disso é banho mal tomado. Porco.
Olhando no dicionário outro dia, pesquisei “heroísmo” cuja definição era: generosidade. Oi? Intrigada, fui olhar o que era “generosidade” para o dicionário: pessoa que gosta de dar, que perdoa com facilidade. Herói dá? Se der, dá o que? Seu precioso tempo para salvar o mundo? Herói perdoa? Perdoa o quê, se ele mata os inimigos? Sem querer acabar com a “felicidade” das pequenas crianças, herói não existe, mas, não se preocupem Papai Noel também não. Ops! Até na televisão, em desenhos animados, pode-se questionar a definição passada de “heroísmo”. “As Meninas Super Poderosas”, por exemplo, destroem a cidade de Townsville inteira, lutam com um animal – que não sabemos se está em extinção ou não -, para salvar o “mundo”.
O problema está em crescer. Os adultos que “cresceram” vendo “He-man”, “Capitão América”, vêm com sede de ser super-herói, e, com a racionalidade que lhes é de direito, acabam distorcendo o que é heroísmo - que nada mais é do que um ato de desenho animado. Virar Al Gore para salvar a Amazônia, não te torna herói. Comprar crianças na África, não te torna herói. Jogar crianças da janela, não te torna herói. Não ter um dedo, não te torna herói – mesmo que você o tenha perdido em “trabalho digno”. Aliás, todo trabalho é digno. Só não sabemos do que, mas é digno.
Outro dia, enquanto andava de carro – não, não sou super herói para voar -, peguei uma carreata de um político qualquer. O povo acenava, chorava - ? -, gritava o nome do dito cujo. Uma fila imensa de carro buzinando, azucrinando a vizinhança com tanto barulho. Sem contar aquelas músicas parodiadas, provavelmente da Ivete Sangalo, que grudam na cabeça. A pergunta é, por que tratar um político como se ele fosse fazer tudo certo – ou seja, como se ele fosse um herói -, se, no fim das contas, todos sabem que ele não vai? Necessidade momentânea de confiar em alguém? Falta momentânea de neurônios, que só nos prejudicará depois que o político vencer as eleições?
Precisamos deixar de ser crianças, parar de acreditar em “contos de fadas”, “heróis” e afins. Já que a preocupação é “salvar o mundo”, ele precisa de cérebros e não de super poderes. Queremos racionalizar tudo que nos aparece na fuça, mas, na hora que precisa mesmo racionalizar, votamos. É completamente aceitável esse tipo de atitude. Afinal, se o Aurélio Buarque, da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filologia diz que meretrizes são heroínas, votar é completamente heróico. Aliás, estamos “dando” uma chance e “perdoando” os políticos. Fofo.
domingo, 7 de setembro de 2008
Meretrizes heróicas
Fome virou Clichê
Já faz algum tempo em que o mundo todo se focou no novo “problema”: Aquecimento global. Ser humano sem problema, não é ser humano. Incansáveis dias temos de nos deparar com esse assunto, seja em palestras que somos obrigados a assistir, seja na televisão ou em qualquer outro meio de propagação de informações. Maldita inclusão digital. Porque, tudo que é demais, cansa.
O novo problema que o ser humano buscou para se “auto-afirmar” é o dilema entre biocombustível e a possível falta de alimentos que o mesmo trará. Colocar a fome como “principal” problema como se alguém ligasse - porque, convenhamos, se todos ligassem mesmo para a fome ela não existiria -, depois de tanto se falar em aquecimento global, duvido que isso gere algum impacto. Pode gerar nos seres humanos que tem a insaciável vontade revolucionária ou que se importam o mínimo com o próximo, ou seja, poucos.
Analisando os “prós” e os “contras” do biocombustível e acreditando que, os capazes homo sapiens sapiens não irão utilizar áreas de plantação de alimentos para a plantação de milho ou cana-de-açúcar, certamente optaríamos pelo biocombustível, pois, como já havia sido citado, ser humano tem umbigo.
As vantagens do biocombustível são várias, como por exemplo, é uma energia renovável, pode aumentar a vida útil do motor, possui baixo risco de explosão, ele é estável e com boa atividade, geraria a independência energia do Brasil – o que seria esplêndido –, o produtor rural estará produzindo seu próprio combustível, e claro, a diminuição da poluição da atmosfera, enquanto os “prós”, basicamente, seja a fome no mundo. Uau.
Desde os anos 70 que se usa a fome como principal fator da “não-progressão” do mundo. Primeiro o petróleo, depois o desmatamento, a globalização, a falta de vergonha da cara dos políticos, desperdício de comida – viu, amiguinho? A fome é a “estraga prazeres” da humanidade. A fome sempre existiu, existe e existirá. O modelo econômico do mundo - excluindo talvez Cuba – não permite que não exista fome. A fome é o combustível. A fome paga muitos salários pelo mundo. Repare como falar “fome” demais cansa.
Cansa tanto, que ficamos com fome. E nem foi por culpa do biocombustível.
Seria mais conveniente dizer que a falta de confiança que temos em nós mesmos e o conhecimento básico que temos do nosso próximo, serem o fator chave que está tentando impedir a utilização dos biocombustíveis. A utilização do mesmo seria bom para o Brasil – o que raramente acontece –, bom para o coletivo e bom para o individual. Gerará mais fome? Talvez. Deveríamos ter “pensado” antes de chegar ao nível em que estamos, então. Afinal, somos seres humanos, certo?
sábado, 6 de setembro de 2008
tigrão, raw.

Vila, djudjudju.
Foi super legal o jogo, acho que vou sempre agora, AUHAUHAHAUHAUHAA. É bem legal ficar ouvindo o esquadrão cantar, xingar o juiz de ladrão e tal.
Eu só gritava: MONGOL!
HUAHUAAHUHAUHUAHUAHAAHAUHAUAUHA
Um dia, o esquadrão inteiro gritará: "mon-gol! mon-gol! mon-gol! mon-gol!"
Foi uma experiência ótima, iuhu.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH *_*
E TIPO, FOI DE UM TRILHÃO DE GOLS A ZERO. MAIS UMA VEZ: ZE-RO.
AHUHUHAUHAUHUAUHAHUAHAUHAHUAHUAHUHAUAHUAHUHAUAHHAUHAUHAUHA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, NUNCA ESTIVE TÃO FELIZ, OK
HUAHUAHUUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAA
OMG OMG OMG OMG OMG OMG <3
OLHA:
- Taiga: eu lembrei de você quando fiz o gol ;P
mas você num tava lá preu apontar pra você :(
omg, existem amigos no mundo.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
quinta /o/
Enfim, acabei de chegar do colégio /o/ E descobri que a máquina digital desapareceu, omg. Minha mãe vai me matar e me comer, CERTEZA. Enfim. Estudei Daniel e Ademar, embora não tenha aprendido muita coisa, tipo, como diz o "carlão": "A matéria tá óbvia" mas tipo, até ENXERGARMOS o óbvio, demora um tempo e a gente fica boiando um ano antes de resolver, omg. Mas enfim, amanhã tem DUAS aulas do Daniel, dá pra tirar todas as dúvidas :D Amanhã terei 4 aulas para estudar Mayruf e Babalu, se bem que acho que vou estudar Babalu hoje mesmo, sei lá, vou pensar.
Ah, estou/estava vendo um show do The Hives aqui na Multishow, o vocalista é uma fofura sem fim, tipo, fofo de bonito e fofo de simpático de: "owwwwwwwwwwwn nhanhanha djudjudju" UAHUAHHUHAHAUHAUHUAHAUA.
Cara, que sono que eu to, pqp :O Ah, falando em The Hives, eles estarão em Brasília AMANHÃ, Q O João vai, rs.
Ah, cara, tem um comercial do VMA na MTV, que mostra a Britney, CARA, A RISADA DELA É MUITO ENGRAÇADA, OMG, UAHUAHAHUAHUAHAUHAUA. MIAKBO DE RIR, SEMPRE.
REPARE BEM NA RISADA DELA:
http://www.youtube.com/watch?v=8Zk8xh_g_8U
SALVA NOSSO DIA <3
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Zê zê Zê zê zê Zê
NEEEEM, amanhã a gente vai receber redação, só que, dessa vez, vou me ferrar. Eu fiz outra coisa em "tipo de texto" e, embora a rosane tenha dito que irá corrigir com "carinho", sei lá, acho que vou tirar uns 80 :( sim, 80 é nota ruim.
tá um puta calor aqui, aff. Amanhã, a larissa vai passar aqui (com o zé, motorista da vó dela) e eu, ela e a bia vamos tomar café na Della e faltar a primeira aula, UAHUAHUAHUAHA iuhu.
tchau